Ao coração que rege passos:
Que se recorde de amarrar sapatos
Fazer bons laços
Não nos deixe tropeçar!
Que se recorde de amarrar sapatos
Fazer bons laços
Não nos deixe tropeçar!
- Cultivando…conselhos não-cultiváveis
Os sonhos nem sempre morrem com as pessoas.
- Déborah Oliveira (via dissolvendo-escuridao)
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
- Luís Fernando Veríssimo (via reencontrar)
Bom mesmo é o livro que, quando a gente acaba de ler, fica querendo ser um grande amigo do autor.
- O Apanhador no Campo de Centeio (via soquotes)
Quando sentiu intensamente que um dia desapareceria é que pôde entender exatamente o quanto a vida era infinitivamente valiosa. E quando maior e mais clara era uma face da moeda, tanto maior e mais clara se tornava a outra. Vida de morte eram os dois lados de uma mesma coisa.
- O Mundo de Sofia. (via cantigar)
Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. […] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. […] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.
- Clarice Lispector. (via lecionar)
Concluiu que uma dose de solidão estimula a reflexão, mas a solidão radical estimula a depressão. Compreendeu ainda que, quando o mundo nos abandona, a solidão é tolerável; mas, quando nós mesmos nos abandonamos, ela é insuportável.
- Augusto Cury (via proviscar)
